Diego Ghiggi · Product Design, Estratégia e IA

Visão de produto. Profundidade de Design.

Da investigação à interface, conecto estratégia, craft e liderança para transformar problemas complexos em produtos digitais.

Expertises01

Design em diferentes escalas: interface, produto e organização.

Da investigação e do desenho da experiência à estruturação de times, conecto decisões de produto, qualidade de execução e formas de trabalhar.

  • Direção organizacional
  • Estrutura de times
  • Alinhamento executivo

Conecto qualidade de Design à direção do negócio, aos sistemas de decisão e às condições necessárias para que os times atuem com autonomia.

Principal liderança de Product Design do Sienge, atuando em um ecossistema B2B complexo e 18 squads de produto.

Contexto01

Liderança medida em pessoas, não apenas em anos.

20+

anos entre design visual, produtos digitais e liderança organizacional.

100+

profissionais contratados em negócios e organizações de produto — a maioria designers.

70+

pessoas lideradas diretamente em times, transformações e diferentes estágios de maturidade.

12

grandes workshops ConstrUX mobilizando times, clientes e decisões de produto pelo Brasil.

Trabalhos selecionados02

Sistemas que transformam qualidade em padrão.

Três iniciativas que mostram Design operando além da entrega: como método de articulação, infraestrutura organizacional e vetor de transformação.

Outras iniciativas

Também construí

01Criação das guildas internas de Design
02Reestruturação e crescimento do time
03Implementação e evolução de boas práticas e ferramentas
04Rituais e governança de Design
05Desenvolvimento de lideranças
06Evolução de processos e qualidade

Outra perspectiva · trabalho hands-on

Craft de Produto

Uma seleção de trabalhos hands-on em Product Design, da investigação à experiência final.

01 · Product Design case · Keycash

Acesso restrito

Case
protegido

KC / 01
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O case apresenta detalhes e artefatos de um produto real. Se precisar de acesso, solicite diretamente a Diego Ghiggi.

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Ponto de vista03

Design pós-processual.

A IA não está apenas acelerando o antigo processo de Design. Está mudando o que é ser designer, onde mora a alavancagem e como as organizações criam qualidade.

01

Design é organizacional

A qualidade é moldada por incentivos, direitos de decisão e sistemas operacionais antes de chegar à interface.

02

IA muda a unidade de trabalho

A oportunidade não é apenas produzir mais rápido, mas criar novas formas de pensar, coordenar e construir.

03

Liderança cria alavancagem

Critérios, padrões e autonomia devem se multiplicar pelos times — não parar no líder.

Liderança é capacidade distribuída.

Uma organização fica mais forte quando julgamento, autonomia e capacidade de lidar com complexidade deixam de estar concentrados na liderança e passam a existir nas pessoas e nos times.

04

Pessoas crescem assumindo problemas maiores

Desenvolvimento não acontece apenas com orientação. Acontece quando alguém recebe espaço para enfrentar desafios acima do seu repertório atual, com suporte suficiente para avançar sem perder o ownership.

Na prática — Ao longo da minha liderança, acompanhei profissionais atravessando diferentes níveis de senioridade e coloquei designers diante de problemas que inicialmente não se consideravam preparados para assumir — apoiando-os até que conseguissem conduzi-los com autonomia.

05

Liderança também é articulação

Grande parte do trabalho acontece fora do próprio time: alinhar expectativas, negociar prioridades, atravessar conflitos e criar condições para que as pessoas consigam operar dentro de organizações complexas.

Na prática — Parte recorrente do meu trabalho foi ajudar designers a navegar situações difíceis com Produto, Tecnologia e outras áreas, intervindo quando necessário sem retirar deles a capacidade de construir suas próprias relações e influência.

06

O líder deve multiplicar autonomia

O melhor resultado não é criar dependência da liderança, mas ampliar julgamento e confiança até que pessoas e times consigam tomar decisões cada vez mais difíceis sem precisar escalar tudo.

Na prática — Desenvolvi profissionais para assumir ownership de frentes que antes dependiam diretamente de mim, incluindo a evolução de capacidades transversais como DesignOps e outras responsabilidades de liderança dentro da disciplina.

Trajetória04

Da primeira web à era dos agentes.

Antes de ser líder de Design, sempre fui alguém movido por curiosidade e construção. Desenho desde criança, cresci cercado por gente criativa e passei boa parte da vida tentando entender como ideias viram coisas concretas — imagens, interfaces, produtos, times ou sistemas. Tecnologia entrou cedo nessa história, não como fim em si mesma, mas como uma ferramenta para criar, experimentar e ampliar possibilidades.

Comecei construindo experiências digitais quando a web ainda aprendia a ser uma mídia. Duas décadas depois, desenho os sistemas pelos quais times inteiros constroem produtos — agora com IA no centro da transformação.

2004 — agora · sete movimentos

Minha trajetória não é uma sequência linear de cargos. É uma expansão contínua do objeto de Design: da interface para o produto, do produto para a organização e, agora, da organização para sistemas de trabalho mediados por IA.

Deslize para percorrer a trajetória →

01

Aprendendo a construir a web.

Comecei como web designer freelancer e independente. Era um momento em que projetar para o digital exigia aproximar visual, interface e implementação — uma formação prática que eliminou cedo a distância entre ideia e entrega.

O craft visual e a capacidade de construir tornaram-se as duas primeiras camadas da minha identidade profissional.

02

Do site isolado ao ecossistema digital.

Na Divex, na Elastacloud Brasil e depois como Design Lead na S7 Study, passei a trabalhar com experiências de maior escala e alcance internacional. Na S7, participei da criação e evolução de mais de dez portais de destinos.

Design, WordPress, PHP e JavaScript faziam parte do mesmo repertório — antes de “no-code” sequer existir como promessa.

03

Assumindo o negócio, não apenas o Design.

Como cofundador e Head of Design do Segundo Andar, compartilhei a gestão de uma operação com até 17 pessoas e liderei diretamente 12. Design passou a conviver com finanças, contratação, estrutura de times e responsabilidade empresarial.

Entre os projetos estavam um ERP jurídico e ecossistemas web, mobile e app para clientes de diferentes mercados.

04

Design como serviço, operação e educação.

Na Happy Code, atuei como diretor-geral e líder de estratégia de Design. Liderei uma equipe de até sete pessoas e uma unidade que chegou a atender 120 alunos simultaneamente, conectando marca, experiência digital e Service Design.

Foi quando o desenho da operação se tornou tão importante quanto o desenho da experiência.

05

Produto de ponta a ponta.

Na KeyCash, liderei com um time de três designers o redesenho completo da jornada de aquisição de crédito imobiliário. Um problema complexo, regulado e cheio de dependências — tratado como experiência contínua, não como uma coleção de telas.

A maturidade de produto consolidou o elo entre experiência, tecnologia e resultado de negócio.

06

Design em escala organizacional.

Como principal liderança de Product Design do Sienge, fiz o time crescer de cinco para 15 designers atuando em 18 squads. Estruturei DesignOps, Design System e UX Research, além de evoluir o modelo de trabalho e a relação com Produto e Engenharia.

Também fundei o Comitê de IA, que cresceu de cinco para 12 integrantes, e conduzi experimentos como um agente para documentação.

07

A próxima unidade de trabalho.

Hoje exploro agentes, automações, fluxos generativos e prototipação rápida de software. O interesse não está apenas em acelerar o processo existente, mas em entender o que Design se torna quando pensar, coordenar e construir passam a acontecer de outra forma.

É a continuação natural de uma carreira que acompanhou o digital deixar de ser mídia, tornar-se produto e finalmente virar infraestrutura organizacional.

Liderança em outras vozes

Como minha liderança é percebida.

Sínteses de recomendações públicas escritas por profissionais que se reportaram diretamente a mim na Softplan.

01

Autonomia com direção

Equilibra orientação e autonomia, criando um ambiente de confiança e desenvolvimento real.

Product Designer · reporte direto na Softplan
02

Serenidade sob pressão

Em momentos de prazos apertados e alta pressão, sua serenidade fazia o peso diminuir.

Product Designer · reporte direto na Softplan
03

Cuidado genuíno com as pessoas

As trocas eram sinceras e construtivas, com atenção real aos objetivos e ao caminho de cada pessoa.

Product Designer · reporte direto na Softplan

A pessoa antes do cargo

O que me move ainda é a mesma coisa que me levou à web no início: a vontade de entender o que está mudando — e construir dentro dessa mudança.

Fora dos organogramas, eu escrevo, fotografo, exploro ferramentas emergentes e transformo curiosidade em experimentos. Não é exatamente uma vida paralela; é a fonte da energia que levo para times, produtos e conversas.

Orquestração05

Conhecimento ganha valor quando circula entre pessoas.

Conduzir salas, desenvolver profissionais e ajudar lideranças a enquadrar decisões difíceis fazem parte do meu trabalho há anos — não são um serviço novo acrescentado ao portfólio.

01 · Workshops

Facilitação com consequência

Sessões estruturadas que conectam clientes, times e liderança para transformar ambiguidade em direção compartilhada.

02 · Mentorias

Critério além da técnica

Dezenas de profissionais apoiados em craft, decisões de carreira, autonomia e transição para a liderança.

03 · Consultoria

Design como capacidade operacional

Diagnóstico e evolução prática de times, padrões, DesignOps, Research, adoção de IA e sistemas de decisão.

Diego Ghiggi conduzindo uma dinâmica durante um workshop

Vamos conversar

Construindo uma organização de Design — ou repensando uma?